O Brasil aprovou a fase final do plano para eliminar os HCFCs até 2030, substâncias que destroem a camada de ozônio. A nova etapa foca no setor de manutenção, evita o uso de gases com alto impacto climático e inclui projetos inovadores, normas técnicas, e certificação de técnicos para garantir práticas sustentáveis.
O Brasil reforça sua liderança na proteção da camada de ozônio e do clima com a aprovação da terceira e última fase do seu Plano de Gestão para Eliminação dos HCFCs (PBH). O objetivo é eliminar completamente essas substâncias que destroem a camada de ozônio até 2030.
A Etapa 3 foca no setor de manutenção e inclui projetos inovadores para evitar a substituição dos HCFCs por tecnologias com alto potencial de aquecimento global (HFCs). Esses projetos envolvem sistemas de refrigeração industrial e chillers, e devem preparar o caminho para futuras regulamentações no âmbito do Plano de Implementação de Kigali.
Um marco regulatório robusto, desenvolvido nas fases anteriores, garantirá a sustentabilidade, incluindo:
- Proibição da importação de HCFC-141b para produção de espuma de poliuretano;
- Redução gradual das cotas de importação de HCFCs;
- Adoção de normas para boas práticas em refrigeração e ar-condicionado;
- Criação de um sistema nacional de certificação de técnicos, promovendo o uso seguro de alternativas com baixo impacto climático.
